quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Intimado a depor sobre mala branca, Fábio diz não temer nada

Convocado a prestar depoimento ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) sobre a denúncia de mala branca - suposto incentivo financeiro dado pelo Cruzeiro aos jogadores do Barueri para que vencessem o Flamengo - o goleiro e capitão do time celeste, Fábio, se diz tranquilo. Entretanto, para ele, quem tem que dar explicações são os jogadores do time paulista.

"Estou tranquilo. Fiquei sabendo agora pela manhã pelo (supervisor) Benecy Queirós. Vou até lá tranquilo, falar o que tem que ser dito, a verdade. O que me perguntarem, vou esclarecer. Nós, jogadores do Cruzeiro, e a presidência, vivemos sempre com a verdade", afirmou.

O goleiro afirma nunca ter presenciado a tal mala branca. "O que a gente sabe é de contos, histórias. Já ouviu falar, desde os tempos de categorias de base, mas só recebo dinheiro do Cruzeiro para jogar, para fazer o que é melhor para mim, dentro do futebol", garantiu.

Apesar disso, Fábio não se incomodou em ser convocado a depor. "O Tribunal está fazendo a sua parte. Meu objetivo é ser sempre o melhor profissional possível, independente de onde esteja. Agora, quem vai ter que se explicar são os jogadores do Barueri, que falaram ter recebido dinheiro", concluiu.

Pelo lado do Cruzeiro, além de Fábio, também foram convocados o presidente do clube, Zezé Perrellla, e o técnico Adílson Batista. Os três devem prestar depoimento, na próxima quinta-feira, no Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD-MG).



Partipe do chat com o goleiro do Cruzeiro Fábio na sexta-feira,13.
Fábio vai falar sobre a reta final do campeonato brasileiro, as chances do Cruzeiro para chegar a libertadores e a possibilidade de título.



Enquete

Você é a favor da mala branca no futebol?

-sim

-não


Você acha que o técnico Adílson Batista deve permanecer no comando do Cruzeiro?

- Sim, porque é um bom treinador e e será campeão com o time no ano que vem.

- Sim, porque não existe outro técnico melhor disponível no mercado.

- Não, porque é um péssimo técnico e compromete o rendimento do time

- Não, porque existem treinadores melhores disponíveis no mercado.


Fórum futebolístico

O que você acha do campeonato na fórmula de pontos corridos?Comente.

domingo, 1 de novembro de 2009

Jornalismo novo e tecnológico.

Blogs, rede social, folologs, vídeologs e etc...
A tecnologia e essas novas formas de mídia permitem uma verdadeira revolução no jornalismo, já que notícias de qualquer local do mundo podem ser divulgadas de qualquer jeito por qualquer um. A questão é: isso pe bom ou ruim?
Como tudo nessa vida, podemos ver o lado bom e o ruim dessa transformação.
A descentralização da informação dos meios convencionais como Tv, rádio, revistas e jornais impressos é totalmente positiva e obriga estas mídias a se reorganizarem e se renovarem para acompanhar essas novas ferramentas de notícias.
O fato de o espectador poder buscar o que quer a qualquer momento, sem precisar comprar notícia, é outra grande vantagem da internet. Notícias de qualquer teor, importantes ou fúteis são postadas o tempo todo por todo tipo de cultura, o que permite ao leitor ver a mesma notícia por diversos angulos e com variados pontos de vistas, e o melhor, pode também mostrar o seu ponto de vista comentando a matéria.
Porém alguns fatores são negativos, já que o fato de qualquer um postar qualquer coisa, abre caminho para notícias fantasiosas e mal redigidas.
Além disso parece palpável o fim de mídias convencionais, já que a concorrência é forte e quem não souber se atualizar, fatalmente ficará pelo caminho.
Outra preocupação é com o possível fim do jornalismo como profissão, afinal, não é necessário ter um diploma para criar um blog de notícias, muito menos ficar quatro anos em uma faculdade para fazer comentários sobre notícias de qualquer assunto em um site.
Enfim, novas mídias revolucionam a forma de se comunicar a todo o tempo com novas formas de interação e divulgação de material.
Nisso se resume os trabalhos sobre novas mídias, apresentados em sala de aula.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

G1/noticias/internacional

“Teerã está escura e fria nessa noite. Estou ouvindo gritos. Assustador.” Sexta, 16 de Outubro de 2009. Um internauta identificado como Mohamad Reza descreve para o mundo o clima sombrio que paira sobre a capital do Irã no dia seguinte às eleições presidenciais do país. O presidente Mahmoud Ahmadinejad declarava-se reeleito e aparecia sorrindo nos canais de TV locais. O opositor Mir Hossein Mousavi, derrotado, foi a público para chamar o resultado de “farsa”. Um grande número de pessoas tomou as ruas para protestar. Como esperado, a polícia do regime teocrático reprimiu as manifestações com violência. “Teerã está escura e fria nessa noite” O sussurro de medo do internauta Teerã foi ouvido no resto do mundo por meio do Twitter, o site de mensagens da internet usado por 20 milhões de pessoas. Nos dias seguintes, com a oposição nas ruas e o governo usando força e censura para sufocá-la, o sussurro do Twitter cresceria para tornar-se um protesto, um grito e, finalmente, um clamor que tomou conta da blogosfera e terminou por criar um movimento mundial de solidariedade aos iranianos.
O que ocorreu no Irã na semana passada pode ser definido como uma rebelião 2.0, talvez a primeira da história, certamente aquela de maior importância desde a popularização da rede, em meados dos anos 1990..
Quando a polícia agrediu e matou manifestantes nas ruas de Teerã, as imagens captadas por celulares e câmeras clandestinas foram postadas no YouTube – e os links imediatamente colocados no Twitter. O site de imagens que pertence ao Google avisou que abriria uma exceção e permitiria a veiculação de imagens de violência, que normalmente são vetadas. Quando opositores foram presos e correu o boato de que a família do ex-presidente Ali Akbar Hashemi Rafsanjani estava proibida de sair do país, a notícia circulou pelo Twitter, embaraçando o governo. No início desta semana, com a maior parte da imprensa estrangeira expulsa do país e aqueles que ficaram tendo sido impedidos de ir à rua trabalhar, o Twitter tornou-se uma das poucas fontes de informação sobre o que se passava dentro do Irã.
Por que o Twitter tornou-se o veículo por excelência da sublevação iraniana? Primeiro, pela rapidez. Levam-se horas para escrever um bom texto jornalístico, mas os 140 caracteres máximos das mensagens de Twitter saem pelos dedos em segundos. Depois, porque o Twitter está em toda parte, com qualquer pessoa, basta um telefone celular com capacidade de enviar mensagens escritas ou um computador conectado à internet. Na manhã da sexta-feira 19, enquanto o aiatolá Khamenei conduzia as orações em Teerã, suas palavras de apoio ao governo foram transmitidas (e criticadas) instantaneamente, por centenas de fontes simultâneas. Cada usuário do Twitter é um repórter em potencial e é impossível controlar todos eles sem tirar do ar a internet e a telefonia celular.

Google anuncia parceria com o Twitter para buscas em tempo real

EUA se dizem preocupados com situação no Irã após eleições presidenciais

Conselho de Guardiães do Irã diz que eleição foi a 'mais limpa' desde 1979

Irã pede à Interpol detenção do líder do Jundallah

Buscador Bing, da Microsoft, fecha acordo com Facebook e Twitter

Irã condena três à morte por protestos pós-eleição

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quem não se digitaliza se...

Ricardo Noblat e Guilherme Kujawsky analisam o novo momento do jornalismo on-line e dão dicas de como se destacar neste cenário.

Transformação, esta palavra resumi bem a palestra do jornalista e blogueiro Ricardo Noblat sobre a mídia eletrônica e a necessidade de renovação do meios convencionais.
Segundo Noblat, não adianta o jornal impresso querer competir com a mídia eletrônica da forma que é, desde o seu início.O jornalista acredita que ninguém vai pagar pra ter informação se a internet a oferece gratuitamente e ilimitadamente. Ricardo disse ainda que para continuar vivo o impresso precisa reinventar seu formato e a forma de distribuição.
Ricardo falou também sobre as vantagens do jornalismo on-line já que esta permite a democratização da informação, e o monopólio que existia nas mãos dos meios convencionais não fará mais parte do jornalismo brasileiro.
Ricardo Noblat é sem dúvida exemplo vivo de que a internet permite a descentralização da informação, já que através de seu Blog conseguiu furos que nenhuma outra grande mídia conseguiu e a partir daí revolucionou a forma de falar de política no jornalismo brasileiro.
Outro assunto importante foi a necessidade do diploma para atuar com Jornalista e na opinião do Jornalista Ricardo Noblat, não.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Benvindo ao Blog do Klinger!


Criado pelo aluno do 6° perído de Jornalismo do Centro Universitário Newton Paiva, este Blog existe para postagem de conteúdo acadêmico da disciplina Jornalismo On line!